Perfil
Jhean
Marcell é um jovem admirável, determinado e talentoso que prima
por aperfeiçoamento e qualidade musical. Além de ser dono de
uma voz maravilhosa é instrumentista, o início de sua carreira
ocorreu ainda muito jovem.
Saiu de Joinville-SC para participar da maior seletiva musical de novos talentos
brasileiros, o Programa
POP STAR transmitido pelo SBT. Sem medir esforços concorreu e venceu
todas as etapas passando a ser um dos Pop Star's, que com mais quatro participantes
formaram o Br'oz.
O Grupo em apenas uma semana conquistou o Disco de Ouro, sendo sucesso absoluto
durante dois anos.
Jhean aparece agora no cenário brasileiro em Carreira Solo, com os
seus mais de 30 fãs-clubes apostando em seu trabalho.
Esse Cantor foi revelação em Grupo e promete continuar agora
em Carreira Solo, trazendo um repertório com o que há de melhor
na música pop, levando seu som aos quatro cantos do Brasil e até
mesmo para o Exterior.
Portal
Net Babillons
Quando
aconteceu o início de sua Carreira?
Jhean
O início é meio relativo, muita gente comenta: "nossa como
foi isso do dia para a noite que vocês ficaram famosos, uma carreira
tão rápida...". Só que o Broz foi escolhido em 2003
e a minha carreira musical já vem há muito tempo, desde que
eu tocava em barzinho e banda de baile, a gente teve praticamente o mesmo
processo que um Grupo normal. Mas é muito estranho porque ao mesmo
tempo nós pulamos algumas etapas e esse é o processo que dá
o maior susto em nós, no início de carreira com o Grupo.
O normal é aquele que sai de casa, os primeiros fãs são
os pais, os amigos, depois os vizinhos e com a gente não, nós
não tínhamos fã-clube nenhum e no dia seguinte ao resultado
do programa nós já tínhamos mais de 50 fãs-clubes
no Brasil inteiro, isso assusta um pouco, mas com o tempo nos acostumamos.
Nós 5 mesmo com o Grupo nos abraçamos e fomos embora segurando
essa barra que não foi fácil, você se ver conhecido no
Brasil inteiro, mas também foi muito gostoso...(risos).

A Apresentadora
do Portal Net Babillons, Ghianny Lopes Pereira entrevista o Cantor Jhean Marcell,
que conta em detalhes como foram todas as etapas do Programa Pop Star.
Portal
Net Babillons
A
sua família lhe incentivou no início da Carreira?
Jhean
Bastante, até porque meu pai era músico e ele seguiu um caminho
muito parecido com o meu, mas chegou um momento que ele teve que escolher
entre a música e outra profissão que estava, então acabou
escolhendo a outra profissão, graças a Deus deu certo. Eu também
cheguei nesse estágio e optei pela música, ele sempre me apoiou,
o meu pai se vê muito em mim, quando tinha show que eu ia fazer antes
do Broz, ele fazia a produção porque se imaginava naquele lugar
e minha mãe também, sempre apoiando. Eles sempre me apoiaram
da seguinte maneira, você faz o que você gosta de fazer, nós
iremos te instruir e te apoiar e você tem que ir aonde acha que será
feliz profissionalmente. Eu sempre digo que o meu sangue não é
do tipo A e sim DÓ maior...(risos).
Portal
Net Babillons
Profissionalmente
antes do Br'oz o que você já havia feito, em termos Artísticos?
Jhean
Bom, eu sempre tive vontade de fazer teatro e nunca tive tempo e quando tive,
até procurei por Joinville e não encontrei, mas sempre estive
ligado a música, arte, a parte artística eu gosto muito, sempre
gostei de desenhar e fui muito ligado a isso. Teatro na escola eu sempre estava
no meio, era aquele bagunceiro, e também era representante de classe,
era sempre o que agitava a turma. Estudei em um colégio em Uberlândia-MG,
quando morei lá e criei uma Secretaria de Cultura dentro do colégio,
falei que a gente podia fazer uma vez por mês um intervalo cultural,
onde se apresentassem Bandas da própria escola, ou Artistas Plástico
que fossem alunos que pudessem expor suas obras ou então uma sexta-feira
por mês que só tinha aula até o horário do intervalo
e depois tivéssemos o espaço para uma programação
artística, uma interação entre os alunos eu que organizava
tudo isso; sempre fui muito ligado a área artística desde moleque.
Mas profissionalmente mesmo desde os 12 a 13 anos de idade, que trabalhava
com música, aquele negócio da primeira banda, eu tocava em barzinho
em Joinville, quando morava aqui tocava nas bandas de baile também.
Só que eu tinha um preconceito comigo mesmo, achava que a arte não
dava dinheiro, então sempre procurei uma profissão paralela,
escutava muito do pessoal: o que você faz? E eu dizia: sou músico,
e a pessoa perguntava novamente: mas o que mais você faz? E eu rebatia:
"claro que não, sou músico, essa é a minha profissão".
Achavam que a música fosse apenas o meu hobby, tinha aquele papinho:
nossa você só canta...(risos). Antes eu tinha aquele preconceito
com isso, mas depois você vai vendo que a arte é um trabalho,
você leva o entretenimento às outras pessoas, então quando
comecei a superar isso, comecei a ver tudo de uma forma mais tranqüila,
foi quando optei entre a minha faculdade e o trabalho que eu tinha ou a carreira
musical e foi essa a minha escolha.
Portal
Net Babillons
Jhean
conte para nós como foi estar entre milhares, concorrendo para os melhores
do Br'oz?
Jhean
Gente! isso foi tenso, primeiro assim, foi uma certa escala. Eu cheguei lá
muito tranquilo, até porque quando vi pela Internet que tinham 34.000
inscrições...(risos), foi o maior vestibular da minha vida,
foram 7.000 candidatos por vaga, então quando vi aquele número
de gente e depois quando fui para São Paulo e desses 34.000 foram escolhidos
5.400 candidatos, aí fui para o Sambódromo e vi aquele mar de
gente eu não acreditava naquilo, pensei que fosse impossível,
pensei que os cincos finalistas já estavam escolhidos ensaiando e eu
estava ali só para fazer televisão, para dar volume, na minha
cabeça eles tinham chamado um monte de gente só para dizer:
"olha aqui como está sendo bem disputado". Mas ao mesmo tempo
pensava: se eu não for lá participar, nunca vou saber se isso
é verdade ou não, então eu fui!
Foi uma escala gradativa, porque fui muito tranquilo pensando que aquilo lá
era ilusão, quando foi passando os números das etapas e diminuindo
o número de participantes e eu fui ficando, você vai começando
a ver que o negócio é verdadeiro mesmo. Ao mesmo tempo você
volta e pensa: ainda tem 120 pessoas, tinham 5.400, você senta, para
e reflete, você vê quantos já saíram, vê cada
vez mais veracidade, mas mesmo assim dizia: não conheço os 120
ainda, se for eliminado agora eu não vou saber se o grupo que foi escolhido
eram candidatos que estavam no meio de nós. A partir do momento que
chegou a 60 candidatos o bicho pegou. Primeiro porque o processo é
tenso, segundo, o que eles queriam é
que fosse mais tenso do que já era, para fazer televisão isso
é normal também, então às vezes a gente ficava
sentado mais de duas, três horas em silêncio, esperando o resultado.
Para a televisão parecia que eram apenas 10 minutos e mostrava os candidatos
apreensivos, só que para gente ali eram três horas aguardando,
eles se reuniam e não eram só os três jurados que escolhiam,
era uma série de pessoas que estavam ligadas a todo o processo. Isso
tudo era muito tenso e eles cobravam da gente, diziam: olha Jhean você
vai passar para a próxima etapa, só que você precisa melhorar
isso e aquilo, e eu dizia: beleza. Aí eu ia para o hotel e ficava conversando
com o espelho e dizia para mim mesmo: "Jhean você precisa melhorar
a interpretação" e eu repetia isso várias vezes,
para que realmente melhorasse e todo o processo que era muito desgastante.
Mas entrei de cabeça, porque em primeiro lugar era o meu sonho e o
futuro da minha carreira e em segundo lugar se eu não me entregasse
não saberia se tudo aquilo realmente era verdade ou não.

"...foi o maior vestibular da minha vida, foram 7.000
candidatos por vaga..." declara Jhean, ao contar que não acreditava
no número de concorrentes que haviam quando chegou no Sambódromo
em SP, para uma das primeiras etapas do Programa.
Portal
Net Babillons
Jhean,
e quando chegaram nos oito finalistas?
Jhean
Chegou numa hora, quando eu me vi, estava entre esses oito finalistas... Lembro
bem desse dia, acordei pela manhã e falei: "nossa tem só
oito e desses oito vão escolher os cinco", aí vem todo
aquele filme na cabeça.
Portal
Net Babillons
Como foi o nervosismo e a emoção durante todo o processo
de confinamento?
Jhean
Eu fui muito centrado em todo o processo, mas teve gente que saiu por questões
emocionais, no caso, era muita gente para poucas vagas: são os detalhes
que vão te eliminar. Muitos foram eliminados porque ficaram nervosos
e cantavam muito mesmo, mas foram desclassificados, outros pegaram uma gripe
e na hora que estavam cantando veio um pigarro e tosse, os caras lá,
falavam: infelizmente você só tem dez segundos para mostrar o
que sabe e.... tchau". Aquilo ia desgastando, mas eu fui firme e forte,
muito concentrado.
Portal
Net Babillons
Como foi a hora do resultado final?
Jhean
Na hora que deram o resultado eu desabei de chorar; quando disseram: "Jhean
você é um dos POP STAR's", nossa foi muita emoção,
ainda mais porque fazia três meses que eu não via minha família,
nós estávamos confinados em uma casa, na verdade os últimos
doze finalistas também não viam suas famílias fazia tempo.
Os nossos familiares tinham notícias da gente, mas não sabiam
como estava o processo, pois o programa era gravado, e ia sendo transmitido,
por etapas pelo SBT, nós fazíamos praticamente uma etapa por
dia e o programa passava uma vez por semana, então quando foi o primeiro
programa para o ar, nós já estávamos entre os doze finalistas
e a família da gente nem sabia disso, eles só diziam: "olha
o Jhean ainda está aqui e ele está bem". Eles não
diziam quantos participantes ainda tinham no programa, não passavam
informação adicional nenhuma e nós lá também
estávamos agoniados para falar com a família, mas não
podíamos entrar em contato com ninguém. Quando chegou no dia
do resultado final eu entrei na sala para receber o resultado aí o
Alexandre Schiavo que é o Presidente da Sony Music hoje, falou: "olha
Jhean nesse momento crucial da sua vida, nós trouxemos aqui a sua família",
aí entrou meu pai, minha mãe e minha irmã mais velha
das meninas. Nossa! aí eu desabei e recebi a notícia junto com
eles e nessa hora soltei aquele peso que estava sobre mim durante todo o processo.
Portal
Net Babillons
Jhean
como foi o processo, a espera, como você lidou com isso lá dentro?
Jhean
O pessoal da organização mesmo falou: "Jhean você
foi muito correto durante todo o processo, em momentos até frio demais",
pois tinham etapas que eles queriam que nós nos emocionássemos,
chegou um momento da etapa quando já estavam os doze finalistas e numa
entrevista me perguntaram: "Jhean, quem que você acha dos doze
que vai ser do Grupo?"
Olha esses momentos eram difíceis, porque os doze estavam lá,
frente à frente e já existia uma amizade forte, tipo os doze
eram muito amigos e eu tinha que escolher cinco, mas até nesses momentos
fui muito coerente e respondi: "Eu, porque se eu achar que não
tenho competência, é melhor ir embora; os outros quatro são
o André, o Oscar, o Matheus e o Douglas, mas os outros todos continuam
sendo muito meus amigos". Só errei um nessa resposta...(risos),
o Filipe, ele me cobra isso até hoje, que eu coloquei o Douglas no
lugar dele e ele tira a maior onda. Foram em momentos como esses que eu acabei
sendo muito frio. Sou assim muito tranquilo, tenho uma coisa espiritual, centrado
até demais. No próprio Programa, até mesmo no final do
DVD do Br'oz, eles falaram que fui muito racional em todas as etapas, a parte
emocional influenciava muito pouco, então eles esperavam aquilo mesmo
na final, pois eu fui o que mais chorou, tremia porque sabia que tinha alcançado
o meu objetivo e só me deixei abalar no momento certo, que foi a final...
(risos), pois aí não tinha mais etapa nenhuma e estava tudo
certo. Mas tudo isso foi um grande aprendizado, não só pessoal,
mas profissionalmente também esse negócio da seletiva, da competição
saudável, onde tinham inicialmente 34.000 candidatos para 5 vagas e
em nenhum momento um passou a perna no outro, pois aquele que quis passar
a perna acabou saindo, existia a competição, mas não
o desgaste de um com outro, e isso foi um aprendizado grandioso.
Portal
Net Babillons
Mesmo
que você tenha feito muitas coisas antes do BR'OZ, ainda assim você
não era conhecido nacionalmente. Depois do BR'OZ, como foi o assédio
e a loucura da fama?
Jhean
É como tinha comentado, é muito estranho. Eu sempre dizia que
antes de ir para o Br'oz, era bem franzino, magrinho, você me conhece
há muito tempo e lembra como eu era (risos); só que é
assim, você sobe no palco e canta uma música ou dança,
você fica lindo! Eu já sabia como era porque estava no meio musical
desde muito cedo, aí a gente sabe que existe esse assédio normal.
Mas, a proporção, a nível nacional não tem como
comparar, com tudo o que já havia feito, eu tocava em Banda de baile,
era muito novo comparado com outros integrantes de outras bandas, pois tinha
17 ou 18 anos e geralmente os músicos de bandas de baile são
mais velhos e eu dançava também, então chamava certa
atenção em eventos que a banda fazia. Mas nada comparado ao
que vivi e vivo hoje; você chegar em uma cidade como Rondônia,
por exemplo, onde fomos fazer um show e as pessoas me chamarem pelo nome,
então essa foi a dificuldade de diálogo no início, porque
a fã te conhece e sabe tudo da sua vida, ela sabe o que você
gosta de comer, a sua cor favorita, onde você mora, o nome das suas
irmãs, dos seus pais, sabem tudo, mas você nunca a viu na sua
vida, mas assédio é assim...(risos). Quando a gente estava no
processo seletivo o pessoal falava: "vocês vão ver a hora
que saírem daqui, vai ter um monte de gente querendo arrancar a roupa
de vocês" e a gente olhava para cara deles e dizia: "ah, tá
bom que vai ser assim", mas
foi cinqüenta vezes maior... (risos), pois descíamos de ônibus,
tinha cordão de segurança, era uma coisa anormal. Então
esse assédio não invadindo o seu espaço, é muito
saudável e gratificante, você sabe que seu trabalho está
chegando num lugar que nem imaginava que chegasse, mas existe também
o tipo de assédio que começa a te incomodar e muita gente diz
que isso é frescura de Artista e eu era um dos que dizia antes; mas
chega uma hora que eles invadem o teu espaço, você tem que tratar
bem o fã porque muitas vezes aquele será o único momento
que ele terá com você, então eu sempre trato muito bem,
mas tem vezes que minha vida pessoal é invadida e o pior é que
nesse meio artístico você perde a privacidade, eu tenho que me
policiar muito, e sempre deixo claro do que gosto e do que não gosto,
muitas histórias já surgiram, eu tinha namorada e saíram
boatos de que tinha uma namorada em Tocantins e nunca fui à Tocantins,
essas estórias é que incomodam um pouco, mas no mais esse assédio
saudável é muito bem quisto.

A Apresentaodra
Ghianny Lopes Pereira, pergunta a Jhean Marcell sobre o contato com suas fãs
que estão espalhadas por todo o País e algumas até mesmo
fora do País, como é o caso de um fã-clube no Japão,
e o Cantor expressa muito carinho ao falar da gratidão que tem por
todas elas.
Portal
Net Babillons
Como
foi o Show do BR'OZ em Joinville - Santa Catarina?
Jhean
Quando eu fui fazer o Show em Joinville, no aniversário da cidade,
em 2004 foi muito legal, vi um monte de gente com faixinha na cabeça,
escrito o meu nome: Jhean. Ganhei uma homenagem da cidade, pois morava em
Joinville, uma placa entregue pelo Prefeito Marco Tebaldi, isso para mim foi
uma realização, um sonho tocar no Centreventos Cau Hansen para
um público recorde em Joinville, inesquecível mesmo.
Portal
Net Babillons
Jhean
e a respeito do livro que você começou a escrever sobre as fãs
e da forma que você está catalogando, conte um pouco mais?
Jhean
Eu comecei a escrever o livro em 2004, na verdade começou como um hobby,
ia para casa e escrevia coisas diferentes que via das fãs e na época
até deixei bem claro, eu não estou criticando fã, nem
estou falando mal delas, não é isso. 99,9% das fãs são
normais. O que é fã normal? Aquelas que gritam, que colocam
faixinha na cabeça, que compram o CD, são fãs normais
com qualquer Artista; o 0,1% é engraçado, as que são
legais de catalogar, eu nunca fui fã de Artista ao ponto que elas são,
de irem para o estúdio às oito horas da manhã e verem
a gente entrar e depois sairmos às três horas da manhã
e elas ainda estarem lá, só pelo prazer de ver a gente passar.
Então eu comecei a catalogar, conversei com outros Artistas para saber
se os tipos de fãs são os mesmos, pois sempre tem estórias
parecidas. Tem fã que te vê uma vez e a partir daquele momento
é sua amiga intima, ela põe isso na cabeça; teve uma
vez no Rio de Janeiro que veio uma menina e se apresentou, disse o nome, nos
parabenizou, disse que adorava nosso trabalho e foi embora. Em uma outra oportunidade
que voltamos ao Rio, tinha o dobro de fãs na porta do Aeroporto, só
que aquela fã que se apresentou da vez passada, ela não vai
te cumprimentar, fica lá num canto de braços cruzados te esperando
ir lá e se você não vai, ela vem te cutucando e fala:
"você não vai me cumprimentar, não?" eu digo:
"mas estou cumprimentando todas aqui" e ela fala novamente: "por
um acaso elas são melhores do que eu?".... (risos), tem muita
fã que é assim. É engraçado isso e a gente tem
que levar numa boa, faz parte e eu achei um escape para isso, comecei a escrever
catalogando as fãs nesses livro. Tem aquela fã que te liga às
quatro horas da manhã e pergunta se você está dormindo
e eu sempre respondo que não... (risos), digo que estou com o dedo
ligado na tomada carregando, pois ela acha que você não faz as
coisas que a maioria das pessoas
faz; tem aquela que é Diretora de Cena também, ela chega pede
para tirar uma foto e eu tiro, aí ela pede para tirar outra foto, mas
agora tomando água de coco, só para ela ter a foto com a água
de coco e faz questão que você tome ainda...
e depois ainda pede para tirar mais uma, pedem para a gente fazer careta,
elas te direcionam, ou fãs que acham que ela ama você, mais que
todas as outras, o fã-clube dela é o melhor do que o das outras,
tinham meninas que sabiam que nós íamos viajar e chegavam perguntando
o horário, quando respondíamos, elas diziam: "fala baixo
para as outras não escutarem, porque elas não amam mais vocês
do que a gente", e fico pensando como elas tem essa comparação.
Então fui curiosamente começando a catalogar tudo isso e escrevendo,
tenho planos para terminar o livro este ano, ainda mais agora que as coisas
começaram a se encaminhar melhor, vai ser no mínimo curioso...
(risos).
Portal
Net Babillons
Porque
Grupos como ROUGE e BR'OZ subiram tanto, fizeram tanto sucesso em seguida
o Grupo se desfez, indo cada um para o seu lado?
Jhean
Na verdade não tem nada a ver com a Emissora, nem a mídia utilizada
para isso ou para aquilo. Existia um contrato, a gente sabe que o contrato
para quem está começando é um contrato diferente, a gente
pulou uma etapa enorme; se eu tivesse ficado em Joinville e não tivesse
participado do Programa, estaria provavelmente agora engatinhando para conseguir
alguma coisa. Eles nos tiraram de uma situação e colocaram em
uma outra muito privilegiada, em cima disso é claro que valeu muito.
Só que nós tínhamos os nossos interesses de pular etapas
e conseguir a mídia, a divulgação, e o público,
que é o mais difícil nessa conquista. Eles também tinham
os interesses deles, isso não é sacanagem nem nada, isso é
um negócio, tudo é negócio, basta ser trabalho, seja
publicidade ou música e cada um com seus interesses e foi colocado
isso. Foram dois anos de contrato, esses dois anos encerraram e cabe a nós
integrantes decidirmos o que fazer e para onde ir. Mas não tem nada
a ver com o Projeto Pop Star e com a Emissora que transmitiu. Esse negócio
de Reality Show dá certo em parte, para cada um, vejamos o caso da
Grazi, na Rede Globo que participou do Big Brother Brasil, e hoje está
super bem, fazendo o maior sucesso na Novela das Oito e tiveram outros que
ganharam em primeiro lugar e estão fazendo outras coisas, então
são direcionamentos profissionais de cada um mesmo, independente da
exposição que tiveram na Mídia. Até porque este
tipo de Reality Show reúne pessoas dos mais diversos lugares do País,
no BR'OZ, eu era de Joinville, um de Brasília, um do Rio de Janeiro,
outro de São Paulo, cada um com sua cabeça, com seu estilo diferente,
com uma formação diferente. Quando chegou no final do contrato
a gente sentou e conversou, se íamos ficar juntos ou se cada um seguia
o seu caminho e fazia o seu tipo de som: continuar sendo Músico, ou
ser Produtor ou ainda ir para o Teatro e ser Ator.
O espaço foi dado para gente mostrar a nossa cara, o nosso trabalho,
o nosso talento e a nossa imagem, a partir disso cada um seguiu o seu caminho,
para usar a sorte e oportunidade que Deus deu.

O Cantor Jhean
Marcell, com muita determinação volta em Carreira Solo e para
alegria de suas fãs, vem aí o novo CD.
Portal
Net Babillons
Quais
as Rádios Brasileiras que mais tocaram a música do BR'OZ?
Jhean
O BR'OZ fez uma coisa muito diferente, até diferente do mercado fonográfico
brasileiro, nós ficamos durante oito semanas consecutivas em 1°.
Lugar no Brasil, não era nem entre as primeiras, mas sim durante dois
meses em primeiro lugar mesmo, isso nas principais Rádios do Brasil.
A gente conseguiu quebrar certos paradigmas que existiam no Mercado Brasileiro,
as dez mais tocadas sempre são as mesmas mudando algumas posições,
mas Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Bahia eles tem as dez mais deles,
pois tem músicas deles lá Rio que estão em segundo, terceiro
lugar, mas em questão de Brasil não aparece nem entre as cem
mais tocadas, em Salvador é a mesma coisa, pelo forte do Axé
e no Rio Grande do Sul tem muita música regional também, então
nesses três Estados o mercado é diferente e o BR'OZ conseguiu
uma coisa muito difícil, pois ficamos em primeiro lugar nesses três
Estados também e isso para o Grupo foi muito forte. "Prometida"
foi nossa primeira música e muito dançante e no Nordeste Brasileiro
foi absolutamente muito forte, foi à única região do
Brasil por onde fizemos uma turnê definida, saímos de Salvador
pegamos um ônibus e subimos o Nordeste inteiro indo até Teresina,
aí a partir do momento que trocou a faixa e começamos a tocar
as músicas mais românticas os shows foram mais para o Sul: Paraná,
Santa Catarina e Rio Grande do Sul; quando veio outra música dançante
fomos ao Norte e Nordeste novamente, então foi bem de acordo com as
músicas trabalhadas. Mas o Broz conseguiu uma coisa muito anormal dentro
do padrão fonográfico brasileiro, quebrando algumas barreiras,
era engraçado porque cada um de nós tinha um público
diferente, isso ajudou muito aqui no Sul, que eu tenho um público muito
forte. Uma vez a gente fez uma promoção em Porto Alegre e as
fãs tinham que mandar para a Rádio: "Qual o seu Br'oz Preferido",
onde ganharia uma foto com ele, e eu ganhei disparado, já no Nordeste
fizemos a mesma promoção e o André e o Oscar ganharam
disparado, fizemos no Centro-Oeste também e o Filipe ganhou de todo
mundo, então cada um tinha o seu público específico e
isso ajudou muito a divulgar o trabalho, são estilos diferentes agradando
muita gente. Mas as principais Rádios do Nordeste e do Sul foram as
que mais tocaram as músicas do Broz e foram os lugares onde mais fizemos
Shows também.
Portal
Net Babillons
Hoje,
como é o seu relacionamento com os
ex - BR'OZ?
Jhean
É
muito bom, de irmãos mesmo. É lógico que, às vezes,
você tem mais afinidade com um, do que com outro, como é na família
mesmo, você se dá melhor com um, briga com o outro e daqui a
pouco já está tudo bem de novo. Mas antes da gente ficar assim
tão íntimo, da amizade ficar tão próxima, nós
já estipulamos uma certa regra, de um não invadir o espaço
do outro, a não ser que o outro abra esse espaço, então
por mais que sejamos irmãos e amigos a gente só opinava um na
vida do outro se este chegasse e pedisse um conselho. Tanto que hoje tem uma
música do Oscar no meu novo Disco, e tem música minha que está
no CD de outros, então a gente participa muito um do trabalho do outro.
O Matheus por incrível que pareça, era o que eu mais brigava
dentro do Grupo e hoje é com quem mais falo e a gente continua discutindo
e brigando...(risos). Ele faz uma música, me liga e diz: "Jhean
escuta só aqui essa música que eu fiz agora, diga o que você
acha" e vice versa, também ligo para ele escutar as músicas
que faço.
Antes o Oscar era o mais próximo de mim, até porque morávamos
muito perto em São Paulo, só que musicalmente o estilo dele
é diferente do meu, então é difícil um interferir
no trabalho do outro, só que a amizade nós temos e é
muito próxima; mas com os cinco é assim, o André também,
quando vou para o Rio fico na casa dele e ele quando vem para cá fica
na minha, o Filipe também tenho um carinho enorme, a gente se fala
sempre, somos todos irmãos mesmo, eu vou ter que fazer quatro filhos,
para dar um filho para cada padrinho...(risos), a gente sempre brinca disso,
que os padrinhos já estão definidos.

Em clima de muita
descontração Jhean Marcell e a Apresentadora Ghianny, dão
boas risadas de momentos hilários que já aconteceram na carreira
do Cantor.
Portal
Net Babillons
Quais
são os seus projetos para 2007?
Jhean
2007 agora é Carreira Solo - Jhean Marcell, terminei de gravar meu
disco no mês de dezembro e ele está sendo produzido pelo Vitor
Pozas e o Alexandre Castilho que são os mesmo Produtores da Marjorie
Estiano. Agora está mixando, foi até por isso que eu resolvi
tirar férias, porque é um trabalho muito cansativo, o pessoal
não sabe, mas é gravação das oito da manhã
até as três da manhã dentro de um estúdio. Então
tirei uns vinte dias e vim aqui para Santa Catarina.
Agora em fevereiro a gente começa a elaboração do trabalho
de marketing e divulgação para lançar o CD logo depois
do Carnaval, no Carnaval já estarei fazendo alguns eventos, estamos
até negociando participação em Trios em Salvador. São
três anos seguidos de Carnaval na Bahia, então não tem
nem como não voltar, mas o CD em si é logo após o Carnaval,
também estamos estudando algumas propostas recebidas de Gravadoras
e Produtoras, então a fase agora é pós-produção
de CD iremos sentar e fazer toda essa parte burocrática, mas logo depois
é o lançamento e o projeto é fazer o Brasil inteiro,
principalmente começando aqui pelo Sul, pois nós fizemos um
levantamento e vimos que o meu público é muito forte aqui no
Sul, então provavelmente começaremos por aqui.
Portal
Net Babillons
Qual
o Show mais marcante durante a sua trajetória?
Jhean
Na verdade cada Show teve seu momento especial, mas tiveram quatro Shows que
foram marcantes mesmo e eu não vou esquecer nunca, três com o
BROZ e um solo. Foi o primeiro Show, meu solo em Anápolis, eu subi
no palco com uma guitarra para cantar e olhei para o lado, sabe quando você
procura os outros quatro no palco e não acha? Aí deu aquela
tremedeira nas pernas, porque quando éramos os cinco a atenção
era dividida e naquele momento a atenção estava só em
mim, aí bateu uma insegurança, pois foram dois anos e meio ao
lado deles. Por mais que eu já tenha toda uma experiência, a
própria Fernanda Montenegro, proporcionalmente lógico, diz que
cada vez que ela sobe em um palco de teatro a sensação é
como se fosse a primeira vez, então aquele momento ali olhei e disse:
"nossa... cadê os meninos”, e estou começando tudo
de novo, então aquele Show foi muito marcante e uma recepção
maravilhosa, lotou mesmo e eu não esperava aquele mega público.
O primeiro Show do BR'OZ no Olímpia até o momento que nós
estávamos passando o som eu olhava e via a estrutura e pensava: “isso
não é para mim”, uma baita de uma casa renomada no Brasil
inteiro e depois quando começou o Show lotado e todo mundo gritando,
aquilo para mim foi muito bom e logo no primeiro Show já gravar o DVD,
foi muito marcante. Depois, o Show de Joinville que até hoje foi recorde
de público, pois nenhuma Banda, nenhum Artista levou tanta gente, foram
18.000 mil pessoas no estacionamento do
Centreventos Cau Hansen, antes disso tinha sido o "Só Pra Contrariar",
que teve um público de 12.000 mil pessoas e nós levamos 6.000
mil a mais e para mim particularmente foi muito importante porque eu sabia
que muitas das pessoas que estavam lá, era para ver quem era o menino
de Joinville que tinha virado Pop Star, eu chorei e depois o Prefeito Marco
Tebaldi me deu uma placa "Talento de Joinville" e exemplo de destaque
para os jovens de Joinville, para mim isso foi muito bom, depois o Festival
de Salvador que foi o nosso maior público em Shows, eram 100.000 mil
pessoas, um mar de gente e ver eles todos com as mãos para cima sabendo
que você está passando entretenimento, momentos de alegria, de
descontração para aquele tanto de gente é maravilhoso,
é tremedeira mesmo não tem como! Esses quatro Shows, cada um
pelo seu motivo foram os que mais marcaram, sem dúvida!
Portal
Net Babillons
Em
sua Carreira quais os Artistas que mais lhe influenciaram?
Jhean
Na verdade é assim, como eu tocava em Banda de Baile, escutava muita
coisa, de tudo mesmo, mas na hora de estudar gostava de MPB, então
ouvi muito Djavan, muito Ana Carolina que para mim é referência,
adoro o trabalho dela, o timbre de voz também, não que tente
imitar, mas acho muito próximo quando canto. Eu era muito roqueiro
na época, mas como gostava de estudar os instrumentos musicais pegava
essa base de MPB, Bossa Nova para aprender as harmonias e acabei gostando;
então a maior influência é Djavan, Ana Carolina, Caetano
essa galera e Milton Nascimento também. A primeira música que
aprendi a tocar no teclado foi "Coração de Estudante"
quando tinha seis anos, então sempre ouvi muito isso, ainda mais porque
meu pai era Músico e ele ouvia muito e acabei me influenciando, até
Os Folhas, o pessoal das antigas mesmo, a minha influência maior é
o MPB.

Espiritualizado,
guerreiro e com muita força de vontade o Cantor Jhean Marcell, conta
de tudo um pouco do meio artístico e cita pessoas as quais lhe surpreenderam,
muito pelos profissionais que são e pela humildade como Ivete Sangalo,
Adriane Galisteu e Xande do Harmonia do Samba por quem tem grande admiração.
Portal
Net Babillons
Que
importância tem a Internet em sua vida?
Jhean
Hoje, sem dúvida, é um dos principais meios de comunicação,
de mídia e marketing que temos, é a Internet. Ela trouxe muitos
benefícios, mas também muitos malefícios, de ruim eu
digo a divulgação das coisas banais, os lixos virtuais, mas
hoje em dia as pessoas estão sabendo bem mais separar e filtrar esses
conteúdos. Para minha área musical foi um grande avanço,
primeiro porque hoje a minha música chega em lugares que eu não
tenho nem noção de onde é, através da Internet.
Hoje dentro de um Site você coloca sua música a disposição
para baixar, você está para o mundo inteiro e antigamente você
tinha que levar o CD na Rádio, hoje em dia com divulgação,
naturalmente aumentou o índice de pirataria e isso acabou danificando
um pouco a indústria fonográfica, mas para o Artista isso é
muito bom porque o som dele rompe barreiras. Acho que a Internet trouxe a
divulgação de muitas coisas ruins, sim! Mas os benéficos
são infinitamente maiores, principalmente para quem vive da arte. Eu
tenho um Blogger oficial, que na verdade não tem nada a ver com o meu
trabalho musical, é o www.jheanmarcelloficial.blogger.com.br,
lá eu falo um pouco da minha carreira, mas são mais umas crônicas
sobre o dia-a-dia, o que está acontecendo no Mundo, a minha opinião
e a oportunidade das pessoas verem como eu penso, tem sugestões de
livros, revistas, CD’s. Já o meu Site está em reformulação
e até o final de fevereiro estará no ar, o endereço é
o www.jheanmarcell.com.br
e além disso existem muitos bloggers e sites, então é
só digitar nesses sites de busca pois existem muitas ocorrências
graças aos meus fãs-clubes, então informação
não falta. No Orkut existem mais de 60 comunidades no meu nome, existem
também alguns usuários com perfis fakes...(risos), mas eu tenho
o meu Orkut verdadeiro lá.

Veemente Jhean Marcell afirma: "...o Brazilian Day em
Nova York para mim é o máximo, assisto pela televisão
e sempre digo um dia vou lá, nem que seja para cantar duas músicas...(risos),
e olha que eu vou mesmo, vocês me verão lá!"
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Qual
o momento mais importante que você já viveu?
Jhean
Nossa!...(risos).
Profissionalmente não tem como dizer que não tenha sido quando
fui escolhido para o Grupo Br'oz, isso foi uma catapulta para a minha carreira
profissional, aquele momento em que disseram que eu fazia parte do Grupo,
foi um momento especialíssimo, consagração total. Agora
pelo pessoal, vivo todos os dias de maneira especial, tenho essa coisa muito
espiritual na minha cabeça então cada dia é um novo passo,
não tem um momento que não tenha mudado a minha vida, eu acho
que a transformação vem ocorrendo a cada dia, não tem
um dia específico. Tiveram momentos marcantes, como a separação
dos meus pais, isso para mim foi um crescimento muito grande, quando vivi
praticamente sozinho, não que a minha mãe ou meu pai tenham
me abandonado, mas coloquei na cabeça que precisava estudar, porque
a qualquer momento, pensava erroneamente, que minha mãe e meu pai pudessem
virar as costas para mim, e eu cresci muito com isso, mas meus pais nunca
me viraram as costas graças a Deus, são pais maravilhosos mesmo
separados, mas este foi um momento muito importante para mim.
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Aonde
você sonha fazer um grande Show?
Jhean
Eu gostaria muito de voltar em todas as cidades que fiz Show com o BR'OZ,
para mostrar o meu novo trabalho, na carreira solo hoje, tenho muita vontade
de mostrar este novo trabalho para quem já viu meu trabalho com o BR'OZ.
Eu tenho um grande sonho de fazer Shows no Exterior; no Brasil com o BR'OZ,
nós só não fizemos Show em duas Capitais: uma foi Palmas
e a outra eu não lembro. Agora fora do Brasil, tenho muita vontade
de fazer Show em Portugal, Espanha, Estados Unidos; o Brazilian Day em Nova
York para mim é o máximo, assisto pela televisão e sempre
digo um dia vou lá, nem que seja para cantar duas músicas...(risos),
e olha que eu vou mesmo, vocês me verão lá! Em questão
de premiação nossa! para mim é o Grammy, não perco
um, todo ano assisto. É meu sonho também, um dia estar sentado
lá, pelo menos assistindo, só de saber que você está
concorrendo sendo indicado ao prêmio, mas a princípio não
busco isso exatamente como objetivo, pois acho que deve ser o resultado de
todo um trabalho, mas se um dia acontecer será um PLUS. Eu quero mais
que os meus fãs, o meu público consuma o meu CD, que gostem
do meu trabalho, que lotem os meus Shows, que cantem a minha música
e isso possa ser então a razão de uma premiação.
Mas agora um Show lá em Nova York, no Central Park..., acho que é
sonho de todo Artista e um dia quero estar lá....(risos).
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Net Babillons
Cite
três pessoas famosas do meio artístico que tenham importância
especial para você e por quê?
Jhean
Olha, uma pessoa sem dúvida nenhuma, sem precisar pensar muito é
a Ivete Sangalo. Eu a via pela televisão e a achava linda, conheci
pessoalmente, ela ficou dez vezes mais linda, conversei com ela e ela ficou
cinqüenta vezes mais linda. É um grande exemplo de humildade,
de profissionalismo extremo e você sente que ela é daquele jeito
desde quando disse que vendia as quentinhas dela e até hoje é
assim, então é uma pessoa que me surpreendeu, no melhor sentido
da palavra, ela merece todas as homenagens, merece tudo de bom e mais um pouco
do que ela tem hoje. O Xande do Harmonia do Samba, eu o conheci e foi um cara
que me surpreendeu muito também pela humildade, a gente se conheceu
lá em Salvador, o Grupo ia participar do Trio Elétrico dele,
e ele perguntou onde íamos jantar e nós até pensamos
que ele ia fazer um lobby dizendo que queria levar a gente para jantar em
um Restaurante X ou Y, aí dissemos que não sabíamos,
e ele falou: "então vamos jantar todos lá em casa, minha
mãe está fazendo um feijão e vocês irão
experimentar o feijão dela, vai ter peixinho também". Aí
você pensa, puxa o cara nos convidou para irmos em sua casa para jantar,
isso para mim teve um significado muito maior, essas coisinhas simples acabam
marcando.
Nesses dois anos e meio de Grupo nós conhecemos muita gente boa, muitos
Artistas e três é pouco para citar nesse sentido, mas estas duas
pessoas junto com a Adriane Galisteu marcaram pela simplicidade e pela sinceridade.
A Adriane Galisteu é o tipo de Artista que encontra a gente no Aeroporto
e vem falar conosco, a gente fez o Bahia 50 graus, que era o Programa dela
na Record e depois nos chamou para irmos jantar e ficamos até três
horas da manhã em um Restaurante Japonês e eu não gosto
pouco de comida japonesa...(risos), achei pouco bom e conversamos muito de
tudo. Claro que tiveram várias outras pessoas, como o Gilberto Barros,
um cara sensacional, tem pessoas de vários outros canais de televisão
que foram muito importantes, mas essas três pessoas me ensinaram muito
sem precisar dar aula, me ensinaram como deve ser um Artista sem deixar de
ser uma pessoa, então para mim são grandes exemplos.
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Jhean,
você que já foi Universitário, hoje qual o conselho que
daria aos Universitários Brasileiros?
Jhean
Eu fiz um ano e meio de Ciências da Computação na Univali
em Itajaí, e depois fiz três anos de Administração
na Univille em Joinville, eu acho que, primeiro, se você não
estiver feliz com o que está fazendo não adianta, não
faça, mesmo que seja o que você acha que dará dinheiro,
pois o mercado, paga pela sua competência, não pela profissão
que você está exercendo. Se você é um excelente
Cabeleireiro o mercado pagará bem por isso, se você é
um bom Médico você será remunerado por isso, o reconhecimento
vem. Porque o Ronaldinho Gaúcho ganha o que ele ganha, porque ele é
o melhor Jogador de Futebol do Mundo, ele faz o que ele gosta e faz bem, então
faça bem o que você escolheu.
Eu aprendi muito isso, quando cheguei no ponto de decidir se eu queria mesmo
ser Músico, eu fazer Administração, adorava a Faculdade
e isso me ajudou muito, mas na verdade queria ser Músico. A Faculdade
não forma um profissionais, ela direciona, e você tem que seguir;
fora a Faculdade, Cursos, Palestras isso tudo que possa enriquecer o seu currículo
e a sua profissão.
Pelos quatro
anos e meio que estive em Faculdade aprendi muito que você tem que correr
atrás, fazer o que realmente gosta e não se acomodar, se contentar
somente com o que a Faculdade te ofereceu, esse é o meu humilde conselho.

Jhean Marcell volta para os palcos e para a mídia com
força total, afirma que quer percorrer todas as cidades por onde o
Br'oz já passou e pretende ir ao Exterior mostrar o seu novo trabalho,
agora em
Carreira Solo.
Portal
Net Babillons
Jhean
mande a sua mensagem para o Internautas do Portal Net Babillons?
Jhean
Ei Pessoal do Portal! Bom, quero agradecer aqui o carinho, a atenção
e a paciência de todos...(risos) e dizer que agora em 2007 tem novo
trabalho, que o pessoal possa acompanhar. Obrigada ao pessoal do Portal por
ter me aberto este espaço para que possa mostrar um pouquinho mais
do que sou, além do meu trabalho. E vem aí novo CD na praça,
Jhean Marcell - Carreira Solo, e a gente se verá mais vezes por aí.
Beijos!
Contato para Shows, presença em Eventos e Campanhas Publicitárias:
Agência GMG:
(0**47) 3459-0233
(0**47) 3442-1459
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