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HISTÓRICO DO VINHO

Verbalizado
e cantado em verso e prosa desde antes das escrituras sagradas, o vinho já
era produzido e bebido, bem antes do início do Velho Testamento.
Contextualidades de registro histórico
localizam o início do vinho, no sul da Ásia, aproximadamente
6 mil anos A.C.. Em 1822 o estudioso Champellion decifrou hieróglifos
egípcios os quais mostram a existência e o uso da bebida em sua
civilização.
O vinho é uma bebida produzida por processo de fermentação
onde se pode usar a uva ou mesmo só o sumo, chamado de mosto.
A palavra vinho é também usada para designar outras bebidas
fermentadas feitas de outras frutas, vegetais, ervas ou flores.
Desde o início dos tempos a invenção do vinho, como bebida,
era para ser somente saboreada por líderes e a elite dos tempos: como
reis, ministros, mestres e sábios. Mas daí em diante sua fama
se estendeu por mares e continentes, expandiu-se da Ásia para a Europa,
chegando até as Américas.
Hoje o povo em geral pode beber desde o mais simples, até o mais sofisticado
vinho; para isso ele existe no comércio em geral.
O vinho entre outras coisas faz bem a saúde,
tomado diariamente com moderação. Estudos concluidos em 1992
pela Faculdade de Medicina da Universidade de Boston, nos Estados Unidos provaram
que o vinho junto às refeições proteje o coração
de problemas cardiovasculares.
Foi encontrado na casca da uva uma substância, o
Resveratrol, que é encontrada em maior quantidade no vinho tinto, ela tem diminuído as taxas de LDL, o colesterol ruim que se deposita nos vasos sanguíneos. Concluem os cientistas que o Resveratrol aumenta o nível do HDL, o colesterol bom. Observando-se ainda que a super culinária francesa tem altas taxas de gorduras e é lá que existe o menor índice de derrames e enfartes; acreditam os estudiosos que deva-se isso ao uso comum do vinho diariamente.