Brasil planeja receber 11 milhões de turistas
O
Ministério do Turismo lançou nesta quarta-feira o Plano Aquarela 2020, com
estratégias para a promoção do Brasil no exterior. Até o final da próxima
década, o país espera 11,1 milhões de visitantes. Da redação São Paulo – O
Brasil quer aumentar em 304% a entrada de divisas com os gastos de turistas
estrangeiros, alcançando US$ 17,6 bilhões em 2020, e receber 11,1 milhões
de visitantes até o final da próxima década. Estas metas fazem parte do Plano
Aquarela 2020, lançado nesta quarta-feira (16), no Rio de Janeiro, pelo Ministério
do Turismo, por meio da Embratur.
"Fizemos um trabalho de diagnóstico imenso, baseado em várias pesquisas, que
investigou desde a imagem que o estrangeiro tem do Brasil e sua intenção de
retorno para Copa e Olimpíadas, ouviu lideranças nacionais do turismo e considerou
estudos internacionais de mercado", disse Jeanine Pires, presidente da Embratur.
"Foi este amplo levantamento que embasou a elaboração do Plano Aquarela 2020
e o resultado é um estudo técnico de altíssimo nível que norteará as ações
de promoção internacional do Brasil na próxima década", completou Jeanine.
O ministro do Turismo, Luiz Barretto, também esteve presente ao evento, além
dos secretários estadual e municipal de Turismo do Rio de Janeiro, Márcia
Lins e Antônio Pedro, respectivamente, e outras personalidades e executivos
do setor turístico.
O Plano Aquarela considera o posicionamento global do Brasil depois da Copa
do Mundo e das Olimpíadas, estipulando metas de entrada de visitantes estrangeiros
e divisas internacionais até 2020. A meta estabelecida pelo plano é de aumentar
os visitantes no Brasil em 500 mil turistas no ano da Copa, em 2014, e em
15% em 2016, ano dos jogos olímpicos, em relação ao ano anterior.
"O planejamento é de extrema importância para o sucesso das políticas públicas
em todos os setores. Por isso, temos que valorizar o papel do Plano Aquarela
na construção de uma nova imagem do Brasil para o mundo, que já vê hoje o
país com outros olhos", afirmou Luiz Barretto. "Saímos do empirismo, hoje
trabalhamos com metas, e vamos deixar um legado para o turismo da próxima
década".
As ações de marketing para a Copa de 2014 devem começar logo após o final
da Copa de 2010, na África do Sul, data estabelecida pela FIFA para o início
da campanha brasileira. A agenda inclui o acompanhamento dos jogos da seleção
em ações de rua, exposições de produtos brasileiros em espaços comerciais
e eventos culturais, além de publicidade e ações de relações públicas em diversos
países.
Fonte:ANBA - Agência Nacional Brasil Árabe.
16/12/2009